Agenda do investidor, conheça aqui os dados que podem influenciar seus investimentos
[bmto id=”1″]https://www.youtube.com/watch?v=c1CflpfkNZs[/bmto]
Os índices de preços ao consumidor no Brasil e nos Estados Unidos e a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) são os principais assuntos a serem acompanhados pelos investidores na semana que vai do dia 8 a 12 de maio.
#IPCA #inflação #preços #copom #juros #loto #mania #governo #bc
@BancoCentralBR @ibgeoficial @FGV
O documento sobre a reunião do Copom, do Banco Central, que decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75% deve ser apresentado na terça-feira, enquanto os índices de preços ao consumidor nos Estados Unidos e no Brasil devem ser divulgados na quarta e quinta-feira, respectivamente.
No caso da inflação americana, uma atenção especial deve ser dada ao indicador pelo fato de que o banco central americano, o Federal Reserve, ainda não cravou uma pausa em seu movimento de alta de juros. Isso significa que, mesmo com uma mudança em seu tom, a autoridade monetária pode seguir seu ciclo de altas. Daí a importância em acompanhar a evolução dos preços no país.
Já aqui no Brasil, depois de o IPCA-15 de abril, a prévia do indicador, vir abaixo do que o mercado estava esperando, os investidores devem seguir atentos ao que o dado final irá apresentar. Com o governo criticando o atual patamar da taxa de juros, o índice de preços a ser divulgado na próxima sexta-feira pode colocar ainda mais pressão sobre o Banco Central para uma redução da Selic.
Em se tratando de Banco Central, os agentes financeiros também devem ficar de olho nos detalhes da última reunião do Copom. O comunicado da decisão da semana passada, um texto mais enxuto sobre a reunião, mostrou poucas alterações em relação à mensagem anterior do BC. Os economistas ficaram divididos entre uma leitura mais suave ou conservadora do texto, mas reconheceram que houve algum aceno ao trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Nesta terça, o foco deve estar nos detalhes das discussões do encontro. E o que mais estará no radar dos investidores na semana que vem?

