Pauta de Lula avança
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O agravamento da situação política e jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro tornou-se o fato da semana na política. O ex-presidente vem sendo fustigado pelos sinais cada vez mais claros de que ele teria tentado vender objetos de valor que ganhou como presidente da República. Seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, já sinalizou por meio do novo advogado que irá confessar que vendeu joias e transportou valores a mando de Bolsonaro.
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E, durante a semana, o próprio advogado do ex-presidente, Frederick Wassef, reconheceu que recomprou um rolex ganho por Bolsonaro para devolve-lo ao TCU. Além disso, o hacker Walter Delgatti fez revelações bombásticas na CPI do 8 de janeiro. Disse ter ouvido de Bolsonaro de que ele teria mandado grampear o ministro Alexandre Moraes, do TSE. Ouviu ainda um pedido pra tentar violar o sistema eletrônico, de modo a demonstrar a sua vulnerabilidade.
A pedido do presidente, teria estado várias vezes no Ministério da Defesa. O depoimento surpreendeu porque Delgatti, preso desde 2 de agosto, não havia mencionado essas acusações quando depôs na Polícia Federal. Com estas duas frentes de acusação, Bolsonaro vê o fantasma de um mandado de prisão preventiva cada vez mais próximo.
Além de começar a se desenhar sustentação jurídica para um mandado como esse, a torrente de acusações torna muito improvável qualquer aposta em uma reversão da situação jurídica de Bolsonaro que o impede de participar das eleições de 2026. Ele já está inelegível desde junho, por decisão do TSE. Com a avaliação so governo Lula em trajetória de alta, a oposição vive o seu pior momento desde o início do novo governo. O Ex-presidente nega todas as acusações.

