As preocupações com a segurança dos dados no TikTok

As preocupações com a segurança dos dados no TikTok

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Será que o tempo do TikTok se esgotou? A julgar pelas aparências, isso parece muito pouco provável para o aplicativo mais baixado de 2022, que se gaba de ter pelo menos um bilhão de usuários ativos.

O TikTok lançou há pouco tempo uma nova funcionalidade de compras para expandir sua operação de varejo na internet, em uma competição direta com a Shein e a Amazon, em busca de uma participação maior no setor do comércio eletrônico, que movimenta trilhões de dólares.

Mas recentemente surgiram questionamentos nas áreas de privacidade e segurança de dados em relação à integridade da plataforma de compartilhamento de vídeos, construída em torno de um poderoso algoritmo de inteligência artificial avançada, todos de propriedade da empresa ByteDance, com sede em Pequim.
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Críticos do aplicativo preocupam-se com o potencial de vigilância e de influência maligna que a China poderia exercer sobre os usuários do TikTok em um momento de deterioração das relações entre o Oriente e o Ocidente.

Embora a ByteDance negue ser controlada pelo governo, ela está submetida a uma lei abrangente que obriga cidadãos e organizações a darem suporte e ajuda aos serviços de inteligência do Estado da China.

Essa é uma das razões que levaram mais de uma dúzia de países a proibirem o uso do TikTok de maneira total ou parcial, ou pelo menos no setor público. A Índia baniu o TikTok em 2020, depois que começaram os combates na sua fronteira com a China, sob a alegação de que representava uma ameaça à segurança nacional.

Outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá, França e Nova Zelândia, proibiram o uso do aplicativo em dispositivos de instituições governamentais, assim como em redes sem fio de universidades e faculdades.

Em 2022, jornalistas dos EUA e do Financial Times, eu entre eles, descobriram que funcionários do TikTok tinham acessado e rastreado secretamente seus celulares depois que eles escreveram artigos críticos sobre a plataforma e o tratamento que dá a seus funcionários.

A Casa Branca tem declarado que a ByteDance deveria vender o TikTok ou enfrentar as penalidades que foram tentadas pelo então presidente Donald Trump. Mas a China adotou restrições às exportações que condicionam uma eventual venda do aplicativo à aprovação oficial e o governo chinês já deixou claro que é contra.

Além disso, garantir o cumprimento dessa proibição entre os 150 milhões de usuários que a empresa afirma ter nos EUA seria problemático, com a possibilidade de processos judiciais sob a alegação de que ela ameaça a liberdade de expressão e de sanções comerciais retaliatórias no exterior.

Até mesmo alguns críticos nos EUA admitem que um bloqueio destinado a proteger a democracia poderia fazer mais mal do que bem, já que os políticos americanos também usam o TikTok para interagir com um número significativo de jovens eleitores americanos.

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