Como será a semana para o investidor

Como será a semana para o investidor

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Investidores ficarão atentos aos sinais para a política monetária dos EUA e a atividade no Brasil na semana que vai dos dias 14 a 18 de agosto.
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O Federal Reserve, banco central dos EUA, vai publicar na quarta-feira, dia 16, a ata da sua reunião de política monetária mais recente, realizada nos dias 25 e 26 de julho.

Na ocasião, os dirigentes do Fed decidiram subir o juro básico dos EUA em 0,25 ponto percentual, para a faixa de 5,25% a 5,5%.

A ata será importante para que os mercados avaliem a chance de um novo aumento na próxima reunião, em setembro.

No momento, a grande maioria dos investidores esperam que os juros americanos se mantenham no patamar atual até o fim do ano.

O documento do Fed também deve impactar os mercados locais, em um momento em que repercutem o início do ciclo de queda de juros no Brasil.

Agora, vamos à agenda local.

Na segunda-feira, dia 14, dois eventos vão concentrar a atenção do mercado.

Primeiro deles, a pesquisa Focus será importante aos agentes diante das preocupações com a ancoragem das expectativas de inflação.

No mesmo dia, será divulgada a leitura de junho do Índice de Atividade Econômica do Banco Central.

O chamado IBC-Br é conhecido como uma prévia do PIB no Brasil. O indicador permite um acompanhamento mensal da atividade econômica no país, ao contrário da frequência trimestral do PIB.

A divulgação do IBC-Br de junho estava prevista para a sexta-feira, dia 11, mas foi atrasada devido à mobilização de servidores do BC.

Vamos ver como os mercados fecharam na semana.

O Ibovespa ampliou uma sequência negativa que durou oito pregões seguidos até a quinta-feira. Na sexta, porém, o índice subiu por conta de ajustes técnicos, mas não o suficiente para evitar um recuo semanal.

Já o dólar comercial subiu nos primeiros dias desta semana, mas perdeu fôlego nas duas últimas sessões após dados de inflação nos EUA. Ainda assim, a moeda americana acumulou alta semanal.

Por fim, os juros futuros recuaram de olho na ata do Copom e na inflação americana. A composição do IPCA de julho ajudou, e a tendência de baixa foi mantida até o fim da semana.

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