Da Rússia, Bolsonaro declara guerra ao TSE

Da Rússia, Bolsonaro declara guerra ao TSE

[bmto id=”1″]https://www.youtube.com/watch?v=4MV5HI75_YU[/bmto]

Presidente passa vexame ao sugerir que viagem pode ter contribuído para reduzir tensão na Ucrânia.

@Jair Bolsonaro @Superior Tribunal de Justiça (STJ) @Tribunal de Contas da União @Tribunal Superior do Trabalho @Planalto @justicaeleitoral @TV Brasil @TV BrasilGov @Agência Brasil @Ministério da Economia @Ministério das Relações Exteriores — Brasil

O próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Edson Fachin, escolheu a dedo o dia para demarcar seu território na função que está para assumir. Ele fez esta declaração na companhia do atual presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, e daquele que estará no cargo quando as eleições acontecerem, que é o ministro Alexandre de Moraes. E naquele momento, Bolsonaro estava na Rússia para uma visita oficial. Tinha passado o dia fornecendo imagens para programas humorísticos e eleitorais, como a da homenagem que fez aos soldados comunistas mortos na guerra. E aquela em que disse acreditar que pode ter tido alguma importância na redução da temperatura do conflito na Ucrânia. Bolsonaro tinha dedicado o dia e esta encenação e quando soube da declaração de Fachin, ficou uma arara, ou pelo menos incorporou uma arara. E mais. Ressuscitou a guerra ao sistema de votação eletrônico do país. Insinuou que teria apoio das Forças Armadas nessa sua desconfiança dizendo que os militares ainda não se posicionaram sobre as respostas do TSE aos seus questionamentos. As Forças Armadas não querem confusão com o TSE. Quem quer é o capitão. Mas o problema é que os focos de fumaça não pararam. O ex-ministro da Defesa, o general Fernando Azevedo e Silva, que o TSE havia chamado para ser um de seus diretores, na tentativa de pacificar o terreno, deu pra trás. Disse que não ia mais. Já enfrentou essa bucha de canhão quando estava na Defesa. A declaração de Fachin no dia da visita de Bolsonaro acabou por ressuscitar a posição dúbia da Rússia em relação ao Telegram, que é a única plataforma de internet que não entra em acordo com o TSE sobre o controle da disseminação de notícias falsas. Nem responde aos contatos que a justiça eleitoral faz porque não tem sede no país. Putin já esteve em pé de guerra com o Telegram, que é de um jovem russo, Pavel Durov, que a transformou na segunda maior rede social do mundo depois do whatsapp.

Portal de Notícias

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *