EUA e Brasil decidem taxas de juros na primeira semana de maio

EUA e Brasil decidem taxas de juros na primeira semana de maio

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As decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil devem ficar no foco dos investidores na semana que vai de 2 a 5 de maio. Tanto o Federal Reserve, o banco central americano, quanto o Banco Central do Brasil divulgam suas decisões de política monetária na quarta-feira, 3 de maio – dia que costuma ser chamado de “Superquarta”. A semana será mais curta no Brasil, em razão do feriado de dia do Trabalho na segunda-feira, dia 1º.
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Por aqui, a expectativa é de que os juros sejam mantidos em 13,75% ao ano. Os juros foram assunto esta semana, quando o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, compareceu duas vezes ao Senado para tratar do tema. As declarações do dirigente foram vistas como firmes e indicaram que ele deve aguardar antes de reduzir os juros.

Indicadores divulgados ao longo da semana contribuíram para a discussão. O IPCA-15 de abril mostrou que a inflação subiu 0,57%, menos do que o mercado esperava. Por outro lado, o Caged mostrou que o Brasil abriu 195 mil vagas de trabalho em março, mais do que o dobro da expectativa. Na sexta-feira, o IBC-Br, considerado uma prévia do PIB, subiu 3,32% em fevereiro, também mais do que o dobro das projeções de analistas.

Já nos Estados Unidos, o mercado espera que a reunião de quarta-feira traga a última alta de juros do atual ciclo. As apostas são em elevação de 0,25 ponto porcentual, para uma faixa entre 5% e 5,25% ao ano.

O Banco Central Europeu toma sua decisão de juros no dia seguinte, na quinta-feira. Investidores também apostam em alta nas taxas de juros da região.

O noticiário político local também será monitorado com atenção. Agentes acompanham as negociações envolvendo o arcabouço fiscal proposto pelo governo e sua tramitação no Congresso. Além disso, medidas tributárias, especialmente as que envolvem a cobrança de impostos sobre as isenções do ICMS, ficam no foco. Esta semana, o Superior Tribunal de Justiça, ou STJ, aprovou por unanimidade a cobrança das taxas, mas a decisão não entrou em efeito por causa de uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. O STF deve avaliar o caso em breve.

Na semana que passou, o Ibovespa teve baixa nos primeiros pregões, acompanhando as commodities, e conseguiu uma recuperação parcial em seguida, em linha com o exterior. O dólar comercial recuou, também em razão do exterior e de dados locais positivos, e chegou a fechar abaixo dos R$ 5 na quinta-feira. Os juros futuros começaram a semana em baixa, mas voltaram a subir após o IPCA-15 e o Caged.

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