Lula volta cedendo para o Centrão

Lula volta cedendo para o Centrão

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A semana na política foi marcada pelo retorno de Lula ao trabalho e de Lira ao Brasil. Com os dois em campo, a pauta política começou a andar. Lula estava convalescendo de uma cirurgia e reentrou em cena demitindo a presidente da Caixa, Rita Serrano.
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Quem entrou no lugar foi Carlos Fernandes, um indicado do Centrão, do grupo político de Lira. A troca havia sido prometida há três meses. Pouco depois a pauta de interesse do Ministério da Fazenda no Congresso finalmente destravou, com a aprovação na Câmara do projeto de lei que taxa as empresas offshore e os fundos exclusivos.

É uma receita com que o governo conta para conseguir a meta de deficit zero no Orçamento do próximo ano. O ambiente continua nublado para o governo no Senado. Pela primeira vez em governos petistas o Senado rejeitou uma indicação do presidente da República para um cargo.

A vítima no caso foi Igor Roque, que havia sido indicado para a Defensoria Pública da União, vaga desde dezembro. O motivo para a rejeição de Roque não está tão relacionado ao perfil do candidato.

Tem mais a ver com a forte mobilização da oposição na Casa, que conseguiu respaldo do presidente Rodrigo Pacheco há cerca de um mês, quando o Supremo começou a decidir questões que afetam as bancadas conservadoras e quando ficou mais nítido que Lula tende a indicar para a vaga de Rosa Weber no Supremo um nome distante da cúpula do Congresso.

O mais citado para a a cadeira é o do ministro da Justiça Flávio Dino, que teve ao longo do ano muitos embates com o bolsonarismo. A rejeição a Roque sinaliza para dificuldades em plenário caso o indicado seja o ministro da Justiça.

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